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O motivo que levou a Mercedes a abdicar da Fórmula E (e antes do DTM)

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O motivo que levou a Mercedes a abdicar da Fórmula E (e antes do DTM)

O sucesso de 2021 e de 2022 foi insuficiente para manter a Mercedes na Fórmula E, que decidiu seguir os passos da Audi e da BMW saindo do campeonato depois da última temporada. O projeto durou apenas três épocas, mas a saída tem motivos bem justificados por trás – tendo sido a decisão concentrar o departamento de competição na Fórmula 1.

Toto Wolff, diretor-executivo e chefe de equipa da Mercedes, explicou ao site SwiatWyscigow.pl que desde logo o DTM dava pouco retorno ao investimento: ‘Penso que a F1 se tornou tão grande que tudo o resto encolheu. Estivemos muito contentes e com sucesso no DTM ao longo de mais de 30 anos. Mas chegou a um ponto em que a equipa de fábrica, se quisesses competir, precisavas de investir 40 ou 50 milhões de euros e o retorno ao investimento era demasiado pequeno para isso’.

O austríaco explicou que a situação com a Fórmula E era similar e, deste modo, a opção foi por centrar os esforços na F1 com as dimensões associadas: ‘É o mesmo na Fórmula E, as audiências simplesmente não são boas o suficiente. Portanto, tens lá o DTM e depois tens aqui a Fórmula E, e depois tens a F1 em toda a sala. Por isso, decidimos concentrar-nos em fazer isso adequadamente e alocar os recursos à F1, em vez de sermos distraídos e diluídos para outras coisas’.

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