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'Senti-me ridículo na Moto2; pensei em desistir e voltar para a escola' - Lorenzo Baldassarri

'senti-me ridículo na moto2; pensei em desistir e voltar para a escola' - lorenzo baldassarri

‘Senti-me ridículo na Moto2; pensei em desistir e voltar para a escola’ – Lorenzo Baldassarri

Lorenzo Baldassarri encerou a época passada de WSSP no segundo lugar, sendo aquele que apresentou um desempenho mais próximo do que Dominique Aegerter teve ao longo do ano. Como consequência, o italiano conseguiu dar o salto para o WSBK e na época que se avizinha irá defender as cores da GMT94 Yamaha.

No entanto, nem tudo foi perfeito no passado recente e Baldassarri teve um ano de 2021 para esquecer. Na altura, o piloto defendeu as cores da MV Agusta Forward Racing no Campeonato do Mundo de Moto2 e conquistou apenas três pontos ao longo de 18 corridas. Essa temporada foi de tal forma negativa que Baldassarri equacionou terminar com a sua carreira e voltar aos estudos.

‘Vinha de um período complicado como o de 2021, onde na segunda metade da temporada senti-me ridículo na Moto2. Quanto mais eu tentava envolver-me e forçar, pior ficava. Foi um momento muito triste e mau, em que até pensei em desistir. De facto, precisamente por esta razão, decidi voltar à escola completando os meus estudos secundários e obtendo o meu diploma do ensino secundário. Queria ter um diploma nas minhas mãos, no caso de decidir ir para a universidade’ respondeu ao GPOne quando lhe foi questionada a que distância está, do ponto de vista mental, o início de 2022.

A título de curiosidade, Remy Gardner conquistou o título de campeão em Moto2 no último ano em que Lorenzo Baldassarri também correu na classe intermédia. O filho de Wayne Gerdner deu o salto para o MotoGP e teve um ano onde não foi possível mostrar os resultados que pretendia, acabando por oficializar a mudança para o Campeonato do Mundo de Superbike. Por outro lado, Baldassari lutou por pódios e vitórias nas Supersport, em 2022, e isso permitiu-lhe correr agora no WSBK. Ambos os pilotos vão correr aos comandos de uma Yamaha R1, mas em equipas diferentes – Gardner correrá pela GYTR GRT.

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