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'Não tenho uma má relação com a Ducati; tenho é uma má relação com algumas pessoas na Ducati' - Andrea Dovizioso

'não tenho uma má relação com a ducati; tenho é uma má relação com algumas pessoas na ducati' - andrea dovizioso

‘Não tenho uma má relação com a Ducati; tenho é uma má relação com algumas pessoas na Ducati’ – Andrea Dovizioso

Até deixar o MotoGP definitivamente em 2022 na corrida de Misano, Andrea Dovizioso era um dos pilotos mais experientes ainda em competição. O italiano conquistou o título de campeão mundial de 125cc em 2004 e desde 2008 que competia na principal categoria. Em MotoGP foi vice-campeão em 2017, 2018 e 2019 aos comandos de uma Ducati, perdendo apenas para Marc Márquez.

Contudo, a ligação com a fabricante italiana, que durava desde 2013, terminou em 2020 numa época em que o piloto de Forli fechou o campeonato no quarto lugar. A ligação à Ducati foi um dos assuntos falados numa entrevista cedida ao motorsport-magazin.com e foi aí que Dovizioso foi questionado sobre a possibilidade de estar ainda magoado com a forma como tudo acabou.

Nesse sentido, o #04 deixou claro que mantém uma boa relação com a marca italiana, apesar de o mesmo não acontecer com alguns dos seus funcionários:

– É sempre uma pena quando uma relação termina assim – não importa de que tipo de relação estamos a falar. Principalmente porque sou, na verdade, uma pessoa que tenta ter uma boa relação com todos. Neste caso, infelizmente, acabou mal. Mas quero dizer que não tenho uma má relação com a Ducati por si. Tenho é uma má relação com algumas pessoas na Ducati. Há uma diferença.

Importa lembrar que após terminada a ligação à Ducati, Dovizioso fez um conjunto de sessões de testes pela Aprilia antes de assinar pela Petronas Yamaha SRT (atual RNF que oficializou em 2022 a mudança para a Aprilia) em plena época de 2021. O italiano decidiu reformar-se em Misano e Cal Crutchlow, piloto de testes da Yamaha, fez as restantes corridas da temporada a pensar na M1 de 2023.

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