Aline Wirley é a primeira Camarote confirmada no “BBB 23”

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Aline Wirley é a primeira Camarote confirmada no “BBB 23”

A cantora Aline Wirley (41) é a primeira integrante do Camarote do “BBB 23”. O anúncio aconteceu nesta quinta-feira (12/1), durante o primeiro intervalo do programa “Encontro”.

A atriz e cantora nasceu em Cachoeira Paulista (SP), é casada com o ator Igor Rickli (“Gênesis”) e é mãe de Antônio, de 8 anos.

Aline se considera faladeira, intensa, mas “perigosamente silenciosa”. Além disso, a cantora declarou ao Gshow que é “observadora” e “de fácil convivência até a página 2”.

“O ‘BBB’ vai fazer eu fazer coisas que nunca fiz. Eu sempre fui muito pacificadora, mas por muitas vezes, eu não me expressei. Tive crises de ansiedade e pânico por me silenciar e não poder dar conta dos meus problemas e dos outros”, disse.

“Por que que tenho que resolver o problema da pessoa? Eu tenho que entregar para ela. E hoje eu falo. Não é fácil para mim, mas eu falo”, apontou a artista.

Amiga de geral, a mais nova sister recebeu o incentivo da ex-companheira do Rouge, a cantora Karin Hils, antes mesmo da confirmação da rede Globo.

Por falar no grupo Rouge, Aline começou sua trajetória profissional como telefonista de telemensagem e empregada doméstica antes de se consolidar na música, aos 18 anos no programa “Popstar”.

“Eu consegui muita coisa incrível. Sou a base da pirâmide. Me disseram que eu era feia, que o meu lugar era como criada, que eu não podia sonhar… Me disseram muitas coisas. Eu insisto e persisto todos os dias”, contou ao Gshow.

“É por isso que eu estou aqui e vou entrar no BBB. Porque eu sei que uma mulher como eu, em um lugar como esse, dá possibilidade de muitas mulheres e meninas se enxergarem. Não é só sobre mim. Somos muitas e a gente só quer ser feliz. Só isso.”

Em novembro do ano passado, Aline Wirley revelou que vive um relacionamento aberto com o marido. Na ocasião, a artista também se assumiu como bissexual.

“Celebramos a diversidade como divina. Entendemos o sexo pelo viés da saúde e não do erótico. Nossa bissexualidade só potencializa nossa relação. Curamos um ao outro na nossa dualidade. Trabalhamos para manifestar o sagrado masculino e feminino em harmonia em cada um de nós”, declarou, na época.

“Nos reconhecemos como parceiros e não como posse um do outro. Nossa relação é sincera, aberta e respeitosa. Evocamos o amor, e não o romântico. O real, que cuida na dor, que limpa a ferida, que nutre de saúde e que se apaixona pela vida”, completou.

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